quinta-feira, 19 de novembro de 2009

A mídia e seu público relampago


Ao contrário dos outros veículos de comunicação, a internet foi beneficiada por ser um meio acessível. Para ser telespectador de uma TV é obrigatório que você tenha uma TV. Quando a internet se lançou a grande massa, a maioria da população mundial já possuia um computador em casa, não foi necessária uma nova compra para se tornar receptor. Embora muitos dos canais da net serem pagos, ou possuirem a um provedor privado, na adaptação da mídia a propaganda e promoções gratuitas foram constantes.


Hoje, dificilmente você encontra uma pessoa que seja totalmente alheia a internet. Aos poucos ela assumiu o posto da TV e se tornou o meio preferido da população jovem. Em menos tempo que a televisão, esse meio aumentou em 400% o seu público fiel.


Todos esses dados ainda não intimidam a TV, ela também vem se adequando para sobreviver as modificações tecnologicas do mundo da mídia. E, talvez, em resposta a internet a televisão está prestes a popularizar em massa o seu novo segmento: a TV Digital.


Um dia, quem sabe não muito longe, a televisão consiga padrões de interação bem maiores que os atuais. E cada receptor terá em seu televisor uma programação pessoal, onde ele também participa diretamente da produção. Pelo trajeto relampago das mídias, e seu desenvolvimento, chego a pensar que enquanto dormimos os gênios da informática trabalham, para inventar um novo meio de nos atingir como público.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Jornalistas por vocação?


Obrigatoriedade do Diploma de Jornalismo: novamente em discussão.
Agora por facetas mais amplas, o proposta foi aprovada com outras duas matérias semelhantes, pela câmara dos deputados. Esperamos que desta vez o Supremo dê sua opinião a favor da obrigatoriedade da faculdade. Pois, sem ela é impossível ser um profissional por completo.
Debater o valor dos profissionais, ou de seus esforços específicos é algo muito complexo. O mais correto, aos meus olhos, seria que todo curso superior validasse uma obrigatoriedade no mercado. Não que as pessoas sem especialização ficariam sem trabalhar, mas teriam um incentivo legal para ter o embasamento teórico.
Quem sabe assim não melhoraríamos as condições acadêmicas do nosso país?

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Notícia por Msg


Mario Lima escreve sobre o acompanhamento da escrita em frente às novas tecnologias. Com a chegada das mídias moveis, se tornou fácil a comunicação em qualquer estado de acesso. E cada vez mais, pessoas podem se comunicar de uma forma global.


Um dos exemplos dados por Lima é: o celular. Ele que há quinze anos se popularizou, e vem sendo usado como meio de comunicação ativo. Agora resta indagar, se o mesmo web jornalismo convencional, produzido com a chegada da internet será usado também no web jornalismo móvel. Ou novas técnicas devem surgir?


Mario respondeu em sua pesquisa que “os formatos de conteúdo19 utilizados no meio portátil são teoricamente os mesmos do convencional, exigindo apenas algumas lapidações para chegarmos a uma forma agradável no ambiente menor”.


quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Convergir para comunicar!!!



Hoje em dia a mídia não apenas informa, mas é consumida por quem a recebe. As várias tecnologias, manipulados no nosso dia a dia, trazem consigo as vantagens e desvantagens do nosso modo em usá-las. Se elas são úteis a nós, nós somos por nossa vez, somos dependentes delas. Quem não se sente nu quando esquece o celular em casa? Ou então, que quase se desespera quando por um dia não consegue acessar a internet?

A convergência cultural acontece justamente nesse nosso momento, onde os meios se fundem e influenciam o cotidiano das pessoas. Mudando o pensamento para a nossa área: a Comunicação. Podemos ver como as diferentes tecnologias se aglomeram para um objetivo.

Com o aparecimento do rádio, o jornal impresso ganhou um concorrente. Com o aparecimento da TV, o rádio ganhou um concorrente. Até que a internet chegou e fez concorrência para todos os meios. Revolucionando assim o jeito de fazer jornalismo. As grandes empresas de comunicação perceberam que era melhor mesclar os meios do que mantê-los separados em concorrência. Os grandes grupos se formaram, e hoje o mesmo conteúdo encontrado na “net” é lido em jornais, ouvido em rádios, e assistido pela TV. Cada qual valorizando suas características.

Para finalizar minha humilde opinião eu acrescento aqui uma fala professor e diretor do programa de Estudos e Mídia Comparada do MIT, Henry Jenkins:
“[...] A convergência como um processo cultural, refere-se ao fluxo de imagens, idéias, histórias, sons, marcas e relacionamentos através do maior número de canais midiáticos possíveis, um fluxo moldado por decisões originadas tanto em reuniões empresariais quanto em quartos de adolescentes, moldado pelo desejo de empresas de mídia de promoverem ao máximo suas marcas e mensagens e pelo desejo dos consumidores de obter a mídia que quiserem, quando, onde e como quiserem, e por meios ilegais se for impossível por meios legais [...]”.
Para ver o texto de Henry na integra acesse.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Desemprego traz desilusão e esperanças

Por Priscila Maia

Atualmente no Brasil, quase 12% de toda a sua população se encontra desempregada. São esses dados exorbitantes que levam milhares de pessoas a procurar a sorte em jogos de azar. Na própria área de comunicação em apenas um ano foram mais de 15 mil cargos extintos no último ano.

“É triste voltar para casa, após um dia todo de caminhada em busca de um emprego, e ver meu filho pedindo um prato de janta. As chances de eu, sem instrução, conseguir um trabalho são as mesmas se eu jogar e ganhar na Mega Sena”, afirma Lúcia Almeida, desempregada há mais de dois anos e mãe de um jovem rapaz de apenas dez anos.

São por realidades difíceis assim que cada vez mais pessoas se arriscam em jogos como o da Mega Sena. Onde de uma só vez, uma só pessoa pode se tornar milionária.

José Luis Ribeiro, é um aposentado que ainda não perdeu a fé em ganhar alguns “tostões” de maneira fácil. “A gente sabe que é difícil, mas às vezes a gente pode ganhar também. Eu jogo nem muito por mim, eu já vivi muito da minha vida. Porém, acredito que meus filhos podem ter uma vida mais fácil se eu ganhar algum prêmio”, salienta.

O aposentado informa que sua maior preocupação é com seu filho caçula, Alfredo. Ele que há três anos é empregado de “bicos”, serviços temporários que faz com a função de servente de pedreiro. “Já vi como o mercado de trabalho pode ser cruel com os que não tem sorte. Meu irmão morreu desempregado, e agora assisto meu filho lutar sem retorno por um emprego fixo. Ter uma carteira assinada hoje em dia, isso sim é ter sorte”, desabafa José.

A falta de emprego, e a vontade de mudar de vida – para a melhor – leva milhões de brasileiros apostarem diariamente, na Mega Sena. O verdureiro Harry Jean, diz apenas jogar quando o prêmio final está acumulado. “Acho que se é pra tentar a sorte, tem que apostar na hora que a ‘bolada’ pode vir. Se for pra ganhar ‘merrecas’ não vale perder tempo”, opina.

Para saber mais sobre o assunto entre.

domingo, 14 de junho de 2009

Caxambu pode se tornar um Patrimônio da Humanidade




Representantes da cidade do Sul de Minas, Caxambu, querem que a cidade se torne um Patrimônio da Humanidade. E por esse motivo se juntaram em uma mobilização para reunir documentos que comprovem a importância da cidade como tal.
Para que o município se torne então um patrimônio mundial, é necessário que antes ele seja um nacional. “Isto porque apesar da Unesco fazer o tombamento, ela não faz a proteção do bem. Então, quando ele já é tombado nacionalmente, significa que o próprio país é responsável por essa proteção”, explica a chefe de departamento de Cultura Mayara Marinho.
Ela ainda ressalta que a cidade possui a proteção do estado, e que “a primeira etapa já foi vencida: ter o local protegido”. E completa afirmando que o Parque das Águas já é tombado pelo IEPHA, instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico.


A cidade

Caxambu tem a maior concentração de águas carbogasosas do planeta e tem o turismo como base de sua economia. A cidade busca agora o reconhecimento mundial por essa sua grande quantidade, e qualidade, de água.
Os documentos que serão apresentados, para que esse feito se torne realidade, também busca provar a eficácia medicinal das águas que Caxambu guarda.
A área verde situada no coração da cidade, chega a medir 210 mil m2 e comporta cerca de 12 fontes de água mineral.
Se Caxambu conseguir se tornar um Patrimônio da Humanidade, ela se igualará a outras cidades mineiras que conquistaram esse reconhecimento, assim como: Ouro Preto, Congonhas de Minas, e Diamantina.

quarta-feira, 11 de março de 2009

O que há de errado em mudar?

*A foto ao lado mostra uma audição de rádio no ano de 1920 na Alemanha, imagine se até hoje fosse assim?*

Não é de hoje que as transformações no jornalismo são discutidas como uma crise. Em outras palavras, especulações as citam como sendo uma crise.

Foi assim com o fim do uso da máquina de datilografia, e também com o início do web jornalismo, ou jornalismo online. Toda mudança gera insegurança pelas partes que não a compreendem.

Graças a essas transformações hoje o profissional do Jornalismo pode contar com mais meios de difusão da informação. Esse artigo em específico fala também sobre o fenômeno da circularidade. Uma vez que os comunicadores têm novas ferramentas para difundir sua notícia eles têm também uma maior possibilidade para pesquisa. A apuração é uma das fases que mais se beneficiam com esse novo método de investigação. Apesar de nada se comparar com uma fonte in loco pessoalmente.

A interatividade gerada por essa, que pode ser considerada ainda como uma globalização da informação, está propicia a cometer erros. Assim como a notícia é enviada a mais pessoas, o erro é da mesma forma atingido por mais pessoas. Não é incomum encontrar uma errata com link “Nós Erramos”, ou simplesmente “Erramos” ou “Erro”. A correção, assim que necessária, é feita com o mesmo tempo ágil que as matérias postadas.

O público alvo não sofre com essas mudanças, ao contrário, ele recebe uma vasta nova área para sua própria informação. Enfim, o que os receptores usufruem é o produto final. O texto impresso já transformado em texto online, ou em vídeo, ou em qualquer um dos múltiplos recursos da comunicação social para que ele se mantenha “ligado” no mundo. As transformações são necessárias, apenas os adaptáveis sobrevivem no mercado de trabalho. E atualmente são eles os que não se deixam levar por especulações sobre uma crise na essência do Jornalismo.